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Pesquisa britânica diz que o país com gente mais bonita no mundo são os Estados Unidos.

Os brasileiros são o segundo povo mais bonito do mundo, segundo uma pesquisa britânica publicada nesta semana. A terra de Gisele Bündchen e Rodrigo Santoro só perde para os Estados Unidos, de acordo com os cinco mil entrevistados pelo instituto OnePoll, que elegeram a Espanha como o terceiro país com maior número de beldades.

Segundo um comunicado do instituto de pesquisa inglês, os EUA “têm algumas das pessoas mais sexy do planeta. Jessica Alba, Jennifer Aniston e Brad Pitt ajudam os EUA serem vistos como um berço de gente bonita”.

O instituto diz ainda que “quando você pensa em países de gente bonita, Suécia, Itália, França e Brasil” são lugares que vêm à mente, antes dos “pálidos britânicos”. No caso, o país de David Beckham ficou em sétimo lugar.

México e Argentina são outros dois países latino-americanos a aparecer na lista de 20 países. Na última posição está a Alemanha, da modelo Claudia Schiffer.

Veja o ranking:

1. EUA
2. Brasil
3. Espanha
4. Austrália
5. Itália
6. Suécia
7. Inglaterra
8. Índia
9. França
10. Canadá
11. México
12. Portugal
13. País de Gales
14. Rússia
15. Japão
16. Irlanda
17. Argentina
18. Holanda
19. Escócia
20. Alemanha

Fonte: R7.
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Seth Godin*
Eu não presto consultoria, mas isso não impede que as pessoas me façam perguntas. A questão mais comum que as pessoas me perguntam quando elas querem um novo website é “se você fosse o responsável por ele, quais seria as 2 ou 3 pessoas com quem você certamente conversaria – para ajudar a pensar nos problemas, ajudar a escolher quem fará o trabalho, etc ?”

A segunda pergunta mais comum que me fazem é “Além do site da Apple, há outros 2 ou 3 que você acha realmente atrativo e que funciona bem para o negócio?”

Eu acredito que essas deveriam ser, talvez, a décima ou décima primeira questões a serem feitas, não as duas primeiras. Aqui está a minha lista de perguntas difíceis e importantes que você deveria fazer antes de gastar um centavo:

• Qual o objetivo do site?
• Em outras palavras, quando estiver funcionando muito bem, quais efeitos ocorrerão?
• Quem estamos tentando agradar? Se é a chefe, o que ela quer? Impressionar um tipo de pessoa é importante? Mas que tipo?
• Quantas pessoas da nossa equipe terão que ser envolvidas? Em quais níveis?
• Quem estamos tentando alcançar? Todo mundo? Nossos consumidores? Um certo tipo de prospect?
• Quais os sites com os quais esse grupo gosta de interagir?
• Estamos tentando fechar vendas?
• Estamos contando uma história?
• Estamos conquistando permissão para interagir?
• Estamos esperando que as pessoas assistam ou aprendam?
• Precisamos de pessoas para espalhar nossa mensagem nas mídias sociais?
• Estamos construindo uma tribo de pessoas que usarão o site para se conectar uns aos outros?
• As pessoas encontrarão o site através do boca a boca? Estamos tentando responder a uma pergunta específica?
• Haverá notícias e atualizações futuras que precisarão ser apresentadas às pessoas?
• O site é parte de um conjunto maior de lugares online nos quais podemos ser encontrados ou é nossa única plataforma online?
• As informações do site exigem uma banda maior ou são poucos dados apenas?
• Queremos que as pessoas nos telefonem?
• Quantas vezes no mês queremos que as pessoas venham até o site? Por quanto tempo?
• Quem deverá atualizar o site? Com que freqüência?
• De quanto em quanto tempo temos condições de refazer ou aprimorar esse site?
• É importante aparecermos nos mecanismos de busca? Se for, a partir de quais termos? A qual custo? Estamos dispostos a abrir de mão de alguns dos pontos acima para atingir esse objetivo?
• O site terá acesso universal? Poderá haver problemas de compatibilidade de browser ou idioma?
• Quanto dinheiro temos para gastar? Quanto tempo?

E, por último,

• A organização entende que “tudo” é uma opção que não existe?

*Seth Godin é um dos mais populares “gurus” do marketing na atualidade, autor de diversos livros e de um dos melhores blogs sobre o assunto.

FONTE: CHMKT

  • 17 set 2009
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Acaba de ser apresentada a nova versão do já famoso vídeo Did you Know, que mostra o quanto a convergência das mídias influencia em todos os âmbitos de nossas vidas. O vídeo concentra-se na ascensão dos meios de comunicação social, a queda das fontes tradicionais, e vem com lotes de fatos e números. Bom até para fonte de consultas para todos os comunicadores…
Imperdível!

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Fonte: HSM por Alessandra Assad

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kotler

Rápido e flexível

Philip Kotler fala por que as verdades antes inquestionáveis do marketing podem falhar no ambiente atual. Maior referência do marketing, ele será um dos palestrantes do Fórum Mundial de Marketing e Vendas (18 e 19 de agosto).

Não é segredo para ninguém que a mudança é a verdade dominante do mundo. Nem mesmo ignoramos que o ritmo da mudança é cada vez mais veloz. Há duas forças inter-relacionadas que determinam o panorama econômico atual: a tecnologia e a globalização.

O desenvolvimento tecnológico, sobretudo após a proliferação da internet, modificou por completo a forma de proceder das organizações de todos os níveis. Os avanços tecnológicos modificam os padrões de pensamento das pessoas. Introduzem um novo código, e, assim, cria-se uma nova linguagem. Foi também esse desenvolvimento tecnológico, com as novas ferramentas que ele introduziu, que permitiu que o fenômeno da globalização ganhasse força. A visão de “aldeia global”, da qual Marshall McLuhan falava nos anos 1960, é hoje uma realidade palpável.

Há outras forças que impulsionam mudanças e que contribuem para a reformulação da economia. Os monopólios estão desaparecendo devido à crescente desregulação, que permite a entrada de novos concorrentes, o que antes era vetado. A privatização, que pôs nas mãos das empresas privadas serviços que costumavam ser prestados pelos órgãos governamentais, também gerou grandes mudanças no panorama econômico, abrindo-o ainda mais. Essa abertura dos mercados em todos os seus níveis fez com que hoje o panorama seja cada vez menos previsível. Com isso, é crucial ser cada vez mais adaptável. As empresas já não podem confiar nas velhas práticas dos negócios, que, até há não muito tempo, eram verdades inquestionáveis.

Tradicionalmente, havia certas práticas vencedoras no marketing, que prometiam sucesso às empresas. Contudo, já não podemos aplicar essas regras matematicamente –já não são fórmulas absolutas e cada uma delas tem seu revés. Descreverei cada uma e detalharei por que não podem mais ser aplicadas inquestionavelmente.

1. Ganhar por meio da mais alta qualidade. Não há apenas um padrão de qualidade. Os diferentes clientes priorizam diferentes aspectos de um mesmo produto. Por outro lado, é cada vez mais homogêneo o nível de qualidade que alcançam os diferentes concorrentes de um mercado, e chegar ao nível máximo de qualidade pode ser muito oneroso e pode pôr em risco a rentabilidade de um negócio.

2. Ganhar por meio de um serviço superior. A ordem de importância dos atributos de um serviço não é a mesma para todos os clientes, daí ser difícil atender a todos por igual.

3. Ganhar por meio dos preços baixos. O afã de baixar os custos para conseguir o melhor preço pode pôr em risco a qualidade do produto ou do serviço oferecido.

4. Ganhar por meio da maior participação no mercado. Não é garantia de sucesso. Há muitas empresas líderes em seus mercados que, por seu tamanho grande e por sua infraestrutura, não conseguem manter a rentabilidade.

5. Ganhar por meio da adaptação e da personalização. Este esforço pode gerar custos muito altos.

6. Ganhar por meio da melhoria contínua do produto. Há certos produtos que alcançam rapidamente o limite de suas possibilidades de melhorias.

7. Ganhar por meio da inovação do produto. O porcentual de fracasso no lançamento de novos produtos é alto, o que faz com que esse tipo de iniciativa seja perigosa.

8. Ganhar por meio da incorporação a mercados de alto crescimento. Nesse tipo de mercado, os produtos têm uma alta obsolescência e são necessários investimentos contínuos para garantir a permanência da empresa, o que gera custos fixos muito altos.

9. Ganhar por meio da superação das expectativas dos clientes. Os clientes são cada vez mais exigentes e as empresas devem contentar-se me conseguir atingir suas expectativas altíssimas.

Como elaborar, então, uma estratégia de marketing ganhadora?

Não há receitas mágicas a seguir. Não há leis universais para guiar os movimentos no âmbito econômico atual. Casa empresa deve forjar sua própria estrutura de qualidade e atividades de marketing. Uma estratégia sólida diferenciará uma empresa de suas concorrentes. Uma estratégia sólida não é fácil de imitar, já que inclui diversas variáveis dentro da arquitetura estratégica.

Os desafios que hoje enfrentam as empresas são enormes. De um lado, satisfazer os consumidores de seus produtos e serviços, que se caracterizam por ser mais exigentes, ser sensíveis aos preços, possuir altas expectativas, ser pouco sensíveis à marca e ser muito menos leais. Para satisfazer os consumidores, é imprescindível que se desenvolva uma estratégia sob-medida. As empresas que fazem marketing inteligente melhoram seu conhecimento sobre o cliente e sobre as tecnologias de conexão com ele. Convidam-no a participar do design do produto, integram comunicações de marketing, apelam para mais tecnologias, estão à disposição de seus clientes permanentemente e associam-se aos seus canais de distribuição. Em suma, oferecem um valor superior.

O futuro é hoje

Em 1999, escrevi como seria o marketing do ano 2005. Volto a ler aquelas palavras e me vejo diante de uma descrição do conjunto de empresas que hoje focam o futuro.

Há uma “desintermediação” considerável entre atacadistas e varejistas. Os varejistas, consequentemente, em vez de vender uma variedade de produtos, vendem uma experiência. É importante criar planos de desenvolvimento de lealdade para reter os clientes que são cada vez menos fiéis. As bases de dados são continuamente atualizadas e as ofertas se adaptam às preferências de cada cliente. Muitas organizações conseguiram ajustar as cifras de rentabilidade por segmentos, consumidores individuais, produtos e canais.

A interação das organizações com seu entorno é cada vez maior. A publicidade tradicional deixou de existir. As empresas decidem destinar cada vez mais de sua verba publicitária para caminhos não-tradicionais de promoção.

Está claro que a maneira de proceder nos mercados deve mudar ao ritmo em que muda o mundo. As empresas de sucesso serão –e já são– aquelas que fizerem com que seu marketing seja tão dinâmico quanto o mundo em que vivemos.

Por Philip Kotler é o premiado autor de Administração de Marketing, entre outros mais de 20 livros cujas vendas superam cinco milhões de exemplares em 58 países. Kotler é um dos palestrantes do Fórum Mundial de Marketing e Vendas da HSM, que acontecerá em 18 e 19 de agosto, em São Paulo.

FONTE: 
HSM Online 14/08/2009


  • 12 ago 2009
  • Postado por sandalo

Em uma pesquisa realizada no primeiro semestre de 2009 pelo Grupo Consultores, a pedido da iThink (www.ithink.com.br), foi descrito qual é o perfil ideial para os prospects ao escolher uma agência digital. A ordem foi:

1° Cases e portfólio de clients
2° Entendimento do negócio
3° Apresentação trabalhada
4° Inovação e criatividade
5° Equipe e profissionalismo

Já para o perfil valorizado pelos prospects de agencias tradicionais estão:
1° Inovação e criatividade
2° Apresentação detalhada

A pesquisa foi respondida por multinacionais (62,9%) e também por empresas nacionais (37,1%), principalmente por gerentes de internet (38,6%), gerentes de marketing (21,4%), especialistas e analistas de marketing (12,9%), diretores de marketing (10%) e gerentes de e-commerce (5,7%).

Fonte: Acontecendo Aqui

  •  
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Por: Karin Sato
22/07/09 - 13h57
InfoMoney

SÃO PAULO - Quem nunca teve - ou conhece alguém que teve - o desprazer de trabalhar com aquela pessoa que frequentemente soltava uma mentirinha, daquelas sorrateiras, pequeninas, que poderiam até passar despercebidas… Se não envolvessem o ambiente corporativo.

Quando o assunto é trabalho, mentirinhas aparentemente inofensivas podem assumir proporções assustadoras, prejudicando líder, equipe e até empresa. A gerente de Recursos Humanos da V2 Consulting, Andréa Kuzuyama, explica que os profissionais que mentem o fazem por três motivos: para se defender de críticas, porque são inseguros ou porque não dominam um determinado assunto.

Nesse último caso, Andréa explica que o profissional fica enrolando, sem saber o que falar. “Falta maturidade para admitir que não conhece muito sobre o tema”.

Quando a mentira se torna grave
Segundo Andréa, algumas mentiras prejudicam apenas o mentiroso, porque não dizem respeito a ninguém. Há quem minta sobre a vida pessoal, por exemplo, se gabando da casa na praia, que na realidade não tem, ou dos lugares caros, que na verdade nunca conheceu.

problema é quando a mentira passa a envolver terceiros. “Algumas pessoas, para se defender de críticas, culpam seus pares. Isso é antiético”, diz a especialista.

A reação da equipe
Cedo ou tarde, a máscara cai. E, quando isso acontece, segundo Andréa, os colegas de trabalho acabam excluindo o mentiroso do grupo. Quem mente, por menores que sejam as mentiras, fica com descrédito junto à equipe. “Ao ponto de, quando falar a verdade, ninguém acreditar”, diz Andréa.

O pior é que, segundo a especialista, “às vezes por causa de uma única pessoa, toda a equipe perde credibilidade, ou até mesmo a empresa”. Ela explica que, se o profissional que tem o costume de mentir lida diretamente com o público externo, a exemplo dos clientes, parceiros e colaboradores, a imagem da empresa pode ficar comprometida. “O cliente não fala do fulano que mentiu e rapidamente associa a falha à empresa”, exemplifica.

Quando as mentirinhas envolvem terceiros - caso daquelas em que o mentiroso joga a culpa em um colega, para se defender decríticas -, podem causar a ruína da equipe. “Mentiras podem causar muito conflito dentro do grupo”, afirma.

Para agravar a questão, segundo Andréa, não é raro os líderes não perceberem que há um mentiroso na equipe. “As mentirinhas se dão em gotas, mas quando o gestor percebe, estas já formaram um oceano. Por isso, líderes devem ter a percepção aguçada. É fundamental que, ao se depararem com mentiras no ambiente corporativo, eles busquem fatos e dados e tomem providências. Não dá para ter alguém que não inspira confiança na equipe”, aconselha.

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Carro, avião, pizza, relógios… alguns endinheirados não medem esforços (e dólares) para realizar um sonho de consumo

 

Crise? Que crise? O mercado de luxo não se acanha em oferecer produtos diferenciados para quem está disposto a tornar realidade os mais delirantes sonhos de consumo.

Os bilionários espalhados ao redor do planeta – sim, eles não foram extintos, mesmo com as quedas vertiginosas das bolsas de valores – têm ao seu dispor indústrias que não medem esforços para oferecer itens exclusivos, geralmente envoltos em materiais luxuosos e cercados por glamour e um exército de seguranças particulares.

Exagero? Ostentação? Luxo? O Onne mostra alguns dos “itens mais caros do mundo” e explica o porquê dos preços estratosféricos. Para os comuns mortais, resta apenas a comparação com produtos que podem ser comprados no dia-a-dia – de preferência parcelados no cartão de crédito.

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O A380, da Airbus, e dois de seus ambientes internos. O palácio aéreo do xeque saiu por US$ 400 milhões (Foto: divulgação)

 

Avião: Airbus A380 particular – US$ 400 milhões (aproximadamente R$ 920 milhões)

Por quê? Um xeque árabe que prefere permanecer anônimo transformou o maior avião comercial do mundo, com capacidade para cerca de 800 passageiros, num palácio aéreo. Pagou US$ 300 milhões pelo modelo mais US$ 100 milhões para decorá-lo a seu gosto. Agora, seu A380 inclui duas salas de jantar, uma suíte de 55 metros quadrados e uma banheira de hidromassagem dotada de um sistema especial de drenagem para situações de emergência no ar.

Daria para comprar: 260 jatinhos particulares, para até 4 pessoas, a US$ 1,5 milhão cada.

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Fachada e ambientes internos da mansão de Mukesh Ambani, em Mumbai. (Foto: divulgação)

Casa: Mansão de Mukesh Ambani, em Mumbai (Índia) – US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões)

Por quê? São 27 andares e mais de 37 mil metros quadrados de área interna. A mansão do quinto homem mais rico do mundo, presidente da Reliance, empresa do setor petrolífero, possui nada menos do que seis andares só de estacionamento, um heliporto e nove elevadores. Completam o edifício uma grande sala para cerimônias e uma sala de espetáculos.

Daria para comprar: 15 mil casas de três dormitórios e com garagem na zona oeste de São Paulo (R$ 300 mil, em média)

 

Carro: Aston Martin One77 - US$ 2,3 milhões (R$ 5,3 milhões)

Por quê? Feito à mão pela montadora britânica, o carro mais caro do mundo disponível para comércio foi lançado este ano no Salão de Genebra. Serão produzidos apenas 77 unidades do modelo. A carroceria do veículo é construída artesanalmente sobre um chassi de fibra de carbono. Uma verdadeira obra de arte em quatro rodas.

Daria para comprar: 212 automóveis Peugeot 206, 1.4, flex, com quatro portas. A R$ 25 mil cada.

hotel

Visão interna dos andares do hotel construído no mar, em Dubai. (Foto: divulgação)

 

Hotel: Burj Al Arab - US$ 18 mil diária em suíte presidencial (aproximadamente R$ 40 mil)

Por quê? Uma das construções mais ambiciosas de Dubai, o prédio erguido no meio do mar tem altura o suficiente para abrigar a Estátua da Liberdade dentro de seus vinte e sete andares de apartamentos dúplex.

Daria para comprar:
20 dias na suíte mais luxuosa do Copacabana Palace (R$ 2256,00, sem a taxa de serviço), com direito a quadra de tênis, sauna, academia e vista para a praia.

 

Platina e 2 mil diamantes compõem a bolsa de US$ 2 milhões (Foto: divulgação)

Platina e 2 mil diamantes compõem a bolsa de US$ 2 milhões (Foto: divulgação)

Bolsa: Platinum Handbag Ginza Tanaka - US$2 milhões (Aproximadamente R$ 4,6 milhões).

Por quê? Coberta com mais de 2.000 diamantes, a bolsa platinada considerada a mais cara do mundo foi criada pelo designer japonês Ginza Tanaka e é exibida em joalherias de Londres. Será que sobra dinheiro para colocar na bolsa?

Daria para comprar: 11.500 bolsas de mão da Arezzo (modelos a R$ 400).


Garrafa mais cara do mundo pertenceu a Thomas Jefferson (Foto: divulgação)

Garrafa mais cara do mundo pertenceu a Thomas Jefferson (Foto: divulgação)

Vinho: Chateau Lafite ( safra de 1787) - US$160 mil (cerca de R$ 370 mil)

Por quê? Leiloado há 18 anos, este bordeau ainda ocupa o posto de garrafa mais cara do mundo e está até no Guiness Book. O motivo do preço não é somente a qualidade da safra e sim sua procedência. O vinho pertenceu a Thomas Jefferson, ex-presidente dos EUA.

Daria para comprar: 600 garrafas do chileno Almaviva, considerado um dos melhores vinhos tintos da atualidade (cerca de R$ 500).

 

Pizza com caviar e calda de lagosta. Será que vale a pena pagar US$ 1 mil? (Foto: divulgação)
Pizza com caviar e calda de lagosta. Será que vale a pena pagar US$ 1 mil? (Foto: divulgação)

 

 

Pizza: “Torta no Céu” da Nino’s Belisima de NY - US$ 1 mil (Aproximadamente R$ 2,3 mil)

Por quê? Em Manhattan, o chef Nino Selimaj apresenta a pizza mais cara do mundo. Feita sob encomenda, ela leva creme fraiche (creme de leite fresco levemente envelhecido) , 4 tipos diferentes de caviar, salmão, cauda de lagosta e pimentas especiais com wasabi. Será que vale a pena?

Daria para comprar: 52 pizzas grandes (8 fatias) da Pizza Hut. (R$ 44,00 cada).

 

Computador japonês construído sobre placa de platina (Foto: divulgação)

Computador japonês construído sobre placa de platina (Foto: divulgação)



Computador: Zeus Júpiter - US$ 750 mil (Aproximadamente R$ 1,7 milhão)

Por quê? O computador doméstico mais caro do mundo, da empresa japonesa Zeus Computer, é construído em platina maciça coberta por diamantes, mas a configuração não tem nada de tão espetacular: é equipado com um processador E6850 a 3Ghz, 2GB 667MHz DDR2, HD de 1TB , drive de Blu-ray/HD DVD e uma placa de vídeo GF 8400GS com 256MB.

Daria para comprar: 850 computadores Hp Pavilion Slimline. A R$ 2 mil.

 

Relógio Chopard. O exagero vale US$ 25 milhões

Relógio Chopard. O exagero vale US$ 25 milhões

Relógio: Three Heart-Shaped Diamonds Chopard’s Watch – US$25 milhões (Aproximadamente R$ 58 milhões).

Por quê? O relógio mais caro do mundo leva três diamantes grandes em forma de coração: um de 15 quilates na cor rosa, um diamante azul de 12 quilates e outro branco, de 11. Há outros pequenos diamantes, que juntos somam 201 quilates numa só peça! O resultado é um modelo chamativo e extravagante. Você usaria (se pudesse pagar por ele, lógico)?

Daria para comprar: 15.263 relógios femininos com pedras strass da Casio.

 

perfume

 

 

Perfume: Imperial Majesty da fragrância de Clive Christian N°1 for Women - US$ 200 mil (Aproximadamente R$ 460 mil)

Por quê? Exclusivíssimo, é vendido apenas sob encomenda. Seu frasco é em Cristal Baccarat e decorado com diamante e ouro 18 quilates. O toque de cardamomo, bergamota, jasmim da Índia, baunilha e sândalo, atrai muitas endinheiradas, entre elas a atriz Katie Holmes (mulher de Tom Cruise).

Daria para comprar: 6.571frascos da colônia Glamour do Boticário (R$ 70, em média)

Observação: os preços foram pesquisados nos sites de vendas online em março/2009. Foi utilizada a cotação do dólar comercial de 19 de março.

 

FONTE: por Mirella Fonzar e Samanta Lobo, redação ONNE


 

Feito artesanalmente, o Aston Martin só terá 77 unidades produzidas (Foto: divulgação)

Feito artesanalmente, o Aston Martin só terá 77 unidades produzidas (Foto: divulgação)

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Um documentário muito interessante sobre comportamento de consumo. E um retrato de como as crianças brasileiras influenciam na hora da compra.

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Cresce o número de consumidores em todo o mundo de produtos de alto luxo. Na mesma medida, crescem os setores da economia, como a indústria têxtil, cosmética, perfumaria, bebidas, hotelaria e tantos outros que atendem “o mercado do luxo”, como a joalheria. O Brasil também entra na onda, estando entre os dez maiores mercados do mundo. Na América só perde para os EUA. O crescimento desse mercado, que movimentou em torno de US$ 1,5 bilhão ao ano, nos últimos cinco anos, baseia-se na motivação de “realizar sonhos e investir numa sofisticada imagem pessoal”.

O Brasil, para quem olha à primeira vista, não parece país ideal para a venda de luxo, mas, ao se olhar com mais atenção, percebe-se que além de existirem pessoas de alto poder aquisitivo com potencial de consumo enorme - apesar de se restringir a apenas 0,17% a 0,28% da população brasileira, o brasileiro tem o perfil perfeito para esse tipo de compra: adquire produtos por impulso e se deixa levar pela emoção.

Não é à toa que o País tem apresentado um crescimento contínuo nos últimos cinco anos dentro deste mercado. São Paulo é a única cidade do mundo a ter quatro butiques da Montblanc. Das 320 lojas mundiais da Louis Vuitton, a de São Paulo, está na terceira posição entre as mais rentáveis por metro quadrado. Nos últimos anos, no eixo Rio - São Paulo, destacaram-se grifes como Tiffany e Fendi. Não importa como vai a economia do país, parece que as vendas só aumentam. Soa quase irreal mas são exemplos que comprovam a ascensão do mercado no País.

Porém, o consumidor no Brasil está cada vez mais exigente e a compra do produto em si já não basta. Um “algo mais” é a alma do negócio. Ninguém compra uma Montblanc para escrever, um celular Vertu para falar, um óculos Vuitton para se proteger do sol ou um relógio Van Cleef apenas para ver as horas. As pessoas já não compram jóias por seus preços altos e inacessíveis mas pelos outros valores que o produto carrega consigo: tradição, funcionalidade, qualidade, status, moda e design.

Enfim, o que ontem era visto como direito de “berço” (linhagem, tradição, nobreza, aristocracia), hoje é considerado “conquista” (liderança, realização). Hoje uma jóia  pode ser adquirida por qualquer mortal, se seu símbolo representa ascensão pessoal, validação, apresentação pessoal, ou seja, o luxo integra um grupo de pessoas que venceram na vida através de suas conquistas profissionais.

Trata-se de um fenômeno muito interessante a descoberta deste nicho. Então, diante disto tudo, o que poderia faltar à indústria do luxo? No Brasil, certamente o desenvolvimento de estratégias de marketing específicas, desse setor tão exclusivo. As estratégias para seduzir estes clientes são diferentes das usadas durante muito tempo na administração para o consumo de massa.

Fonte: Portal DesignBrasil www.designbrasil.org.br  - Kátia Faggiani

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